quarta-feira, 13 de maio de 2020

Lição 6 - A Organização da Igreja




LIÇÃO 6

A ORGANIZAÇÃO DA IGREJA


Parte 1



Parte 2



A Parte Administrativa da Igreja



INTRODUÇÃO

Muitos pensam que, para se existir a vida, tem que haver um mecanismo complicado, mas enganam-se! Às vezes os animais, cujo organismo é mais simples, são, ao mesmo tempo, os mais resistentes. Por exemplo, as baratas, uma praga universal, adaptaram-se desde os
primórdios dos tempos, aclimatando-se a quase todos os lugares do mundo. Ou, as formigas, criaturas simples em sua fisiologia, mas praticamente indestrutíveis, habitam em todas as partes da terra.

E, os micróbios, alguns deles de uma só célula, são capazes de matar populações inteiras. Por outro lado, alguns organismos mais complexos já desapareceram!

Igualmente, em sua estrutura a igreja do Novo Testamento é o mais simples “organismo” espiritual do mundo humano, mas apesar disto, é o mais forte e indestrutível. 

Ela passou por aflições chocantes, sendo “banhada” em sangue e refinada, como ouro, no forno das perseguições. As civilizações entram no palco da humanidade e depois, desaparecem para sempre, mas a igreja de Jesus continua, há quase 2.000 anos.

Bem disse Jesus: “E as postas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16.18).


UMA ENTIDADE SIMPLES E DURÁVEL

A maior fraqueza das igrejas criadas pelos homens encontra-se em suas organizações e hierarquias complicadas. A divina instituição que o próprio Jesus estabeleceu é, verdadeiramente, a incorporação da simplicidade, da seguinte forma:




1. A IGREJA TEM APENAS UM CABEÇA divino e permanente, Jesus Cristo. Sobre Jesus o Apóstolo Paulo afirmou: 

“Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia” (Colossenses 1.18).

Note: o apóstolo usou o tempo presente, de agora, apesar de ter escrito estas palavras quase trinta anos depois da ressurreição de Jesus. O tempo também é progressivo, sugerindo a continuidade de Cristo como o Soberano da igreja.

Paulo também diz que Deus “... exerce (o Seu poder) em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as coisas debaixo dos seus pés e, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (Efésios 1.20-23).

Cristo só se tornou o cabeça da igreja depois da Sua ressurreição, segundo esta passagem. E mais, disse Paulo:

“Sabedores que havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre: a morte já não tem domínio sobre ele”. (Romanos 6.9).

Sabendo que Cristo tornou-se o Cabeça da igreja depois da ressurreição e que foi ressurgido para nunca mais morrer, a conclusão inevitável é que Ele será sempre o cabeça dessa igreja e nunca, jamais, terá sucessor! E ainda mais, nenhuma Bíblia (sequer as versões oficiais da Igreja Católica) menciona qualquer pessoa para ser o representante de Cristo como cabeça oficial da igreja.

A pessoa que afirma ser hoje em dia profeta, príncipe, presidente, sumo-sacerdote, apóstolo “oficial” de Jesus, ou autoridade sobre a igreja, nada mais é do que impostor!

A igreja do Senhor é um só corpo (Efésios 4:4), tendo este apenas um Cabeça; Aquele que a comprou com Seu precioso sangue (Efésios 1.22-23 e 5.23).

QUEM ADMINISTRA O REINO DE JESUS?

Mas a igreja é constituída de milhares de congregações. Quem é que controla e administra este reino mundial?

Sendo Jesus o Cabeça da igreja, no seu sentido universal, Ele é também o Cabeça de todas as congregações e todos os seus membros. Em conexão com isto, o Apóstolo Paulo escreveu:

“Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem...” (1 Coríntios 11.3).

Agora, vamos imaginar uma congregação – a Igreja Central da cidade de “Mogi-Guaçu”. Essa igreja tem uns 200 membros, quase todos servindo a Jesus com suas vidas e tentando segui-lo como membros reais do Seu corpo. 

A igreja Central já tem um Guia eterno sobre todos os seus afazeres e necessidades – Jesus.

De que mais ela precisa, para ser organizada conforme as Escrituras?



2. PRESBÍTEROS



A Bíblia indica que as congregações locais precisam dos seus próprios presbíteros. 

Lucas, o escritor de Atos, informa-nos que Paulo e Barnabé “promoveram... em cada igreja a eleição dos presbíteros” (Atos 14.23). 

Estes eram os pastores, ou bispos, responsáveis pelo bem-estar espiritual da congregação. Isto é evidente no exemplo apresentado em Atos 20.17 e 28:

“De Mileto (Paulo) mandou a Éfeso chamar os presbíteros da igreja... Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.”

Aqui temos três expressões aplicadas aos mesmos homens, que eram chamados “presbíteros”, “bispos” e “pastores”, sendo esta última palavra originária de “pastorear”. 

Três eram as palavras usadas no grego original do Novo Testamento para designar a estes homens: sempre no plural, “Presbuteroi”, “episcopoi” e “poimenes”. 

Paulo usou estes termos para designar o mesmo grupo de pessoas. Estes termos embora diferentes sugerem, simplesmente, o tipo de homem que deve cuidar das congregações e da natureza do seu trabalho.

Primeiro, eles deveriam ser homens mais idosos, dignos, maduros e experientes, não apenas no sentido físico, mas principalmente, espiritual. Este é o sentido (no singular) da palavra, “presbíteros”, que usamos hoje, quase sem mudança, na palavra “presbítero”.

Segundo, Eles teriam a supervisão da congregação. Este é o significado da palavra “episcopos”, traduzida por “bispo”. Essa supervisão é no sentido de vigiar, acompanhar, supervisionar, observar, zelar... e não mandar, comandar e ser proprietário.

Terceiro, eles alimentariam e cuidariam do rebanho, como pastores, sendo este o sentido da palavra grega “poimein”.

Cada congregação tinha, naquela época, uma pluralidade de presbíteros, pastores ou bispos. Isto é evidente quando pesquisamos numerosas passagens, como Atos 14.23, Filipenses 1.1, Atos 20.17, etc.

A Bíblia nunca fala de um pastor, ou bispo dirigindo uma congregação, um presbítero dirigindo um grupo de presbíteros ou congregações, ou um bispo liderando várias congregações e pastores, ou padres.

Nem fala de pastores jovens, dirigindo, sozinhos, as congregações, exercendo a sua autoridade sobre elas, como acontece frequentemente em muitos lugares do mundo.


AS QUALIFICAÇÕES DOS PRESBÍTEROS

A Bíblia nos mostra, detalhadamente, as qualificações destes líderes das congregações. E 1 Timóteo 3.1-7 e Tito 1.5-9 lemos as seguintes características do presbítero, ou bispo, qualificado:

Conduta irrepreensível
Temperança
Sobriedade
Modéstia
Hospitalidade
Aptidão para ensinar
Amabilidade (cordialidade)
Inimigo de contendas
Justo
Amigo do Bem
Piedoso
Ter domínio próprio
Apegado à palavra
Capacidade para exortar e convencer
Ter bom testemunho dos de fora
Não ser dado ao vinho
Não violento
Não arrogante
Não irascível
Não cobiçoso
Não neófito (principiante)
Ser marido de uma só mulher
Governar com sabedoria a sua casa
Criar os filhos sob disciplina
Ter filhos crentes e não insubordinados
Filhos não acusados de dissolução.


A Família é a base para o bom trabalho dos Presbíteros


Devido a estes requisitos, nem todo homem na congregação pode ser um presbítero – os mais jovens, de menos experiência, principiantes, não casados, recém-casados, desquitados, não aptos para ensinar a Palavra, de reputação má ou duvidosa, sem domínio próprio, etc. 

Somente os homens qualificados podem ser nomeados para esta grande responsabilidade. Um membro pode se tornar presbítero apenas quando há uma pluralidade de homens qualificados na congregação.
Por exemplo, se há apenas um homem qualificado, e nenhum mais, ele não poderia assumir o cargo sozinho, mas terá que esperar por outros irmãos também qualificados.

Uma pergunta...


Um solteiro pode ser pastor?  

Algumas igrejas permitem e outras exigem que seus pastores sejam solteiros. O que Deus revelou sobre esta questão?

Jesus Cristo, o Supremo Pastor (1 Pedro 5:4) concedeu servos conhecidos como pastores e mestres para ajudar os santos (Efésios 4:11). Os homens que pastoreiam são chamados, também, de presbíteros (anciãos em algumas traduções) e bispos (1 Pedro 5:1-2; Atos 20:17,28).

O Espírito Santo foi específico e detalhado nas qualificações destes servos. Encontramos listas de características deles em 1 Timóteo 3:1-7 e Tito 1:5-9. Para as pessoas que realmente querem agradar ao Senhor, estes trechos resolvem a questão de pastores solteiros. Paulo disse a Timóteo: “É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher” (1 Timóteo 3:2). Na sua carta a Tito, começou a lista de qualificações dos presbíteros com as mesmas palavras: “alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes” (Tito 1:6).

Pastores, então, devem ser casados e pais de filhos crentes.

Para defender a prática comum de escolher pastores sem estas qualidades, os homens recorrem a vários argumentos. Vamos considerar algumas questões:

Paulo não foi casado. Paulo foi fiel no seu trabalho de apóstolo e ministro (servo) de Cristo (Atos 26:16; Colossenses 1:1,23), mas, nas Escrituras, ele nunca é chamado de bispo, presbítero ou pastor. Os outros apóstolos eram casados (1 Coríntios 9:5). Por isso, não nos surpreende descobrir que alguns deles serviam, também como presbíteros (1 Pedro 5:1; 2 João 1; 3 João 1).

Timóteo e Tito não foram casados. Não há referência a estes evangelistas como casados, mas também não há nenhuma passagem que os chama de pastores! O costume de chamar as cartas a estes evangelistas de “epístolas pastorais” cria uma certa confusão, porque foge da linguagem bíblica. Na Bíblia, nem o autor nem os destinatários dessas cartas são chamados de pastores!

Paulo disse que solteiros podem servir melhor (1 Coríntios 7:1-7). O conselho de Paulo foi dado em relação a “todos os homens” (7:7) especifi-camente por causa de uma “angus-tiosa situação presente” (7:26). Não deve ser interpretado de uma maneira que contradiga outras passagens que incentivam o casamento (1 Timóteo 5:14) e que especificamente exigem que presbíteros sejam casados (1 Timóteo 3:2; Tito 1:6).

Pastores solteiros? Não na igreja do Senhor! 

– por Dennis Allan



E QUANDO NÃO HÁ PRESBÍTEROS?

Nesse caso a igreja deverá indicar os homens mais velhos e capazes para fazerem o trabalho dos presbíteros – ou seja, os mais próximos que estiverem dessas qualificações - que será – pastorear o rebanho, acompanhar e vigiar os trabalhos da igreja, aconselhar, proteger a igreja de falsos ensinos e visitar e acompanhar o desenvolvimento espiritual dos membros.

Sempre lembrando que esses homens não são os chefes ou donos da igreja. Antes, são administradores de um patrimônio que não é deles – mas pertence ao Senhor.

E em caso de decisões que vão afetar a rotina do caminhar da igreja devem ser sábios e convocar as assembleias para que tudo seja decidido com segurança e do modo como a Bíblia ensina.

Nas decisões rotineiras do trabalho da igreja os ministérios tem toda a autonomia para decidir – mas sempre comunicando aos Presbíteros, para que eles saibam e estejam bem informados do caminhar da congregação.


OUTROS SERVOS NO TRABALHO DA IGREJA

3. DIÁCONOS

Em Atos 6 estudamos sobre a nomeação dos primeiros servos, ou diáconos, na igreja. Obviamente, as igrejas mantiveram a posição oficial de diácono, pois Paulo saudou aos “santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos, que vivem em Filipos” (Filipenses 1.1).

E, em 1 Timóteo 3.8-13 encontramos as qualificações para o diácono. As qualificações requeridas para um diácono são as seguintes. Ele precisa ser:

Respeitável
Coerente (de uma só palavra)
Conservador do mistério da fé
De consciência limpa
Experimentado (experiente no trabalho cristão)
Irrepreensível
Não inclinado a muito vinho (domínio sobre os seus apetites carnais)
Não cobiçoso

Em Atos 6.1-6 há mais algumas características do servo, ou diácono. Ele é:
De boa reputação
Cheio do Espírito de Deus
Cheio de sabedoria.

Aqui encontramos, não apenas o tipo de homem selecionado, mas também a natureza do seu serviço – cuidar principalmente do setor material da congregação.

É evidente no Novo Testamento que cada congregação tinha uma pluralidade de homens especialmente nomeados para cuidarem das necessidades materiais da igreja. Entretanto, o trabalho deles não se limitou apenas ao setor material, pois temos o exemplo de Estêvão e Filipe, dois dos sete servos que, mais tarde, se tornaram evangelistas.


4. EVANGELISTAS


Estes são pregadores do Evangelho, conforme 2 Timóteo 4.2. Uma congregação pode ter um evangelista, vários evangelistas, ou ficar sem evangelista, pois temos exemplos de todas estas situações no Novo Testamento. As qualificações do evangelista (1 Timóteo 4.6-16, 2 Timóteo 2.1-3, 4.1-5) incluem:

Estudante dedicado da Palavra
Pregador e professor da Palavra
Expositor da doutrina bíblica
Exortador das coisas de Deus
Seguidor da verdade (não fábulas e tradições)
Bom lutador por Cristo
Padrão dos fiéis (em doutrina, procedimento, amor, fé, pureza)
Diligente nas coisas de Deus, cumprindo o seu ministério.
Sóbrio
Capaz de aguentar aflições.

O trabalho do evangelista é, principalmente, pregar e ensinar o Evangelho, em sua própria cidade e em todos os outros lugares possíveis.

Ele deve estar fora frequentemente do templo da igreja, pregando aos não cristãos, em vez de pregar sempre aos membros.

Ele não é o líder da congregação, tomando as decisões dela.
Nem ele, nem os Presbíteros nem os Diáconos.

Todas as outras autoridades – padre, pastor, bispo (no singular) em uma hierarquia, presidente, comitê administrativo, cardeal, Papa, etc. – são estranhos à Palavra de Deus.

No Novo Testamento, a única organização para a igreja é a dos bispos e diáconos; trabalhando com eles os os evangelistas e professores da Palavra.

Os evangelistas e professores da Palavra, ou os chamados "mestres" não são os chefes das congregações, de forma alguma. Esta é uma errônea interpretação dos homens e não o ensinamento bíblico. Por outro lado, os presbíteros não têm autoridade absoluta nas congregações, pois o único direito que eles têm é de liderar e cuidar da sua própria congregação, respondendo individualmente a Jesus por sua obra.

Quem teria então a última palavra na igreja para tomada de decisões?


ASSEMBLEIAS




A igreja decide através das suas assembleias – reuniões com participação de todos ou maioria dos membros. 

A Igreja – assembleia – sempre terá a última palavra.

Exemplo: Mateus 18:15-18 e Atos 6:3; Atos 15:1-22

Sobre um ou mais homens com autoridade sobre a igreja Jesus deixou bem claro:

Leia - Mt 20:25-27

A Chave do Reino dos Céus dada aos apóstolos foi passada à Igreja.

Aos apóstolos:
Mt 16.19: Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus.

A Igreja
Mt 18.17-18: E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus.

Há alguns exemplos em que a Igreja usa essa autoridade dado pelo Senhor.
- Jesus instruiu A Igreja a dar a última palavra entre os irmãos – Mateus 18. 15-20;
- A igreja aprova a escolha de Matias pelo Senhor – At 1.15; 21-26;
- A Igreja e Pedro acalmam tumulto entre os irmãos – At 11.1; 18;
- A Igreja e o Paulo expulsam o irmão em pecado – 1 Co 5.1-5.


Deus, Jesus e o Espírito Santo = AS ESCRITURAS = A IGREJA

Assuntos de doutrina e ensinamento? - A Escritura define

Assuntos de opinião não definidos nas Escrituras? - A Igreja decide em suas assembleias.

Quais seriam esses assuntos não definidos nas Escrituras?

1. Alterar o tempo de adoração incluindo alguma atividade extra;
2. Discordância de como lidar com as falhas morais de pastores e membros da liderança;
3. Duração do culto;
4. Discordância sobre quem toma decisões entre a irmandade;
5. Estilo de adoração.

Veja o exemplo em 1 Cor 15:1-22

A congregação, como um todo, não tomou parte nas discussões ou debates teológicos, até porque havia homens capacitados para tal, no entanto, depois da conclusão dos especialistas da Palavra, a Igreja foi informada e confirmou o resultado do concílio: “Então, pareceu bem aos apóstolos e aos presbíteros, com toda a igreja, tendo elegido homens dentre eles, enviá-los, juntamente com Paulo e Barnabé” (At 15.22).


CONCLUSÃO

Portanto, vemos que Cristo é o único Cabeça sobre toda a igreja. Os apóstolos dos tempos de Jesus, inspirados pelo Espírito Santo, eram testemunhas, embaixadores e juízes autorizados por Cristo. E, cada congregação, com os seus próprios presbíteros, diáconos, evangelistas, professores da Bíblia e membros, é uma entidade independente das outras congregações. Esta é a única organização bíblica da igreja.

Qualquer esquema diferente deste não tem autoridade bíblica e causa uma porção de divisões religiosas. Voltemos, todos nós, à Bíblia, para seguirmos o esquema de Cristo para a organização da igreja.


Entendeu tudo direitinho?
Muito bem!

Vamos ao Exercício!




LIÇÃO 6 - EM PDF!!






Figura da família - clinicacuidarmais.com.br 
Figura da reunião - prefeitura de Jequié-BA

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